Ver ecrão inteiro

Dark Cell” de Themba Mbuli no Segundo dia do festival KINANI.

KINANI recebe nesta 7ª edição o conceituado artista Sul Africano “Themba Mbuli”, coreografo e bailarino de dança contemporânea.

Mbuli, trás para o KINANI a peça “Dark Cell” que busca representar a mente como a pior prisão que um homem pode ter. Entre metáforas e inspirações, o artista expõe a imagem de ex-prisioneiros políticos na Ilha de Robben usando o conceito de uma célula da prisão como uma metáfora de prisão mental.

Com a grande perspectiva de celebrar e comemorar a história sul-africana, a peça busca reflectir o passado dos Sul Africanos como um espelho da sociedade contemporânea e reflecte as interioridades pós-coloniais. “Dark Cell” incentiva a liberdade mental / bem-estar, olhando além de todas as coisas que suprimem as mentes dos indivíduos e lembra que somos responsáveis pela nossa auto -liberdade apesar de todos os aspectos sociais, políticos e desafios económicos.

Os discursos proferidos por Nelson Mandela sobre a “liberdade” são também reflectidos nesta peça como um marco importante na auto- afirmação da sociedade Sul-Africana através de movimentos de dança que aspiram o público em jornada de auto- realização.
Themba Mbuli é também autor de vários trabalhos reconhecido na sena de dança contemporânea internacional, como o “Robot Citizens” que coreografou para Forgotten Angles Theatre Collaborative em Johannesburg, RSA, “Trapped” e “Ashed” para a Unmute Dance Empresa em Cape Town, RSA.

“Dark Cell” já foi apresentado em vários Países como: Suécia, Zimbabwe, Argentina, Uganda, Holanda, Inglaterra, País de Gales e em diversos festivais na África do Sul. Em Moçambique, esta criação será apresentada no segundo dia do festival (22/11) no auditório do Centro Cultural Franco Moçambicano, às 18h.